Sado Rebelde

Posted on 6 de Junho de 2012

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… / A verdade é que existe agitação anarquista nas margens do Sado. Se foi de início alimentada pela resistência e convivência em espaços ocupados e alternativos, nunca como hoje encontra razões de sobra para ecoar em espa­ços abertos e públicos, na insatisfação generalizada das pessoas e na crítica ao modelo de desenvolvimento para a região. Por essa mesma razão a presente reflexão em aberto ganha sentido na Alambique. Partilhamos as coordena­das a Sul de Portugal, os olhares críticos situados algures entre a cidade e o campo /…

Ler texto completo na Alambique nº 4 – p. 19 a 24 –

Sobre o assunto, já agora uma nota de atenção para uma das muitas opiniões em jeito de “ Balanço de uma anarquista em relação ao caso “1º de Maio antiautoritário e anticapitalista de Setúbal” . Merece ainda recordar o texto de 2009 – Em praias de Betão. Sobre os projectos capitalistas na região de Setúbal e a necessidade de os confrontar – ou o Jornal de Parede de 2011

E pegando no tema, uma outra recente perspectiva – académica desta feita –“A expressão anarquista nas paredes de Setúbal: o cavalo de batalha de Tróia”, e-working paper (2012),  de Helena de Sousa Freitas  (no âmbito de doutoramento intitulado “Histórias Que as Paredes Contam – O Muralismo como Forma de Comunicação Alternativa na Cidade de Setúbal (1974-2010)”).

 

 

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