O MAPA está nas ruas!

Posted on 25 de Março de 2013

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Depois do número O de apresentação, eis o nº 1 do MAPA – Jornal de Informação Critica.

As páginas centrais deste primeiro número do jornal Mapa são dedicadas à violência quotidiana que o capitalismo e, concretamente, o Estado português impõe nas nossas vidas.

Poucos dias antes do fecho da edição, mais um miúdo morreu às mãos da polícia.

Numa tarde de Sábado, dia 16 de Março, Rúben, um jovem Setubalense de 18 anos, morreu na sequência de um despiste ocorrido durante uma perseguição policial que envolveu disparo de armas de fogo pelos agentes da PSP . Desde logo, nos principais meios de comunicação, os relatos divergem, mas todos são unânimes ao apontar que o jovem desrespeitou um sinal de trânsito, que não usava capacete e que não parou quando a polícia o mandou. / ….”

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Neste número o Baixo Alentejo está em particular presente na noticia “A indústria do armamento aterrou em Beja” que refere na capa como “Em Beja, um aeroporto fantasma que custou 33 milhões de euros foi construído na base aérea nº11. Aí está prevista a criação de um centro de formação militar Sul-Coreano para formar anualmente 200 pilotos. A economia de guerra parece ter aterrado no Alentejo para ficar. Lockeed Martin, a multinacional líder na industria do armamento ou Sociedade Vinci, um grupo económico Francês especializado na concessão de infraestruturas de transporte, são alguns dos protagonistas de quem vê na guerra uma oportunidade de negócio.”

E do Alentejo vem também a memória de Évora d´”A Revolta do Manuelinho” quando a população protestou “furiosa e confusamente” contra o recente aumente de impostos (este de 1637…) e “puseram fogo a tudo“, numa nova secção no Jornal “onde sairemos ao resgate de episódios que a historiografia oficial tem tendência a esquecer, um imenso baú de derrotas que sempre sabem a vitória…“.

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